A gente escolhe por quem se apaixonar,
Olha e escolhe:
É aquela pessoa!
Bem, há 5 minutos nesse intervalo (ou um
pouco mais, pra quem for mais lerdo)
Que se pode decidir e esquecer,
E é simples como o fato da escolha.
Existem múltiplas exageradas almas gêmeas.
Se consegue dar certo com quase qualquer um.
Quem está enlevado neste momento
Com alguém, não tem raciocínio pra isso
E tem razão, se tivesse, não estaria.
Não é o fato do sentir amor.
Este, sim, é exercício do intelecto.
A paixão... burrice (pura, mas inegável).
Ah, mas aquela pessoa... Um grande problema é que, por fim,
O ser humano adora gostar de um problema,
Ou este não tem adoração por covardia.
Paixão e amor não andam juntos,
É preciso que a paixão acabe e seja,
Assim, substituída por outra coisa,
Tão válida, ou melhor. Sempre haverá mais saúde...
A inteligência não tolera a burrice por muito.
Isso de se escolher a paixão é reflexo
Do fato de imperar a astúcia ao momento,
Que adormece se assim arrebatada.
Por isso que quem se encontra nesse estado
Agora neste momento não entenderá,
E com razão. O amor é ensinado.
The, 26-06-009